CONHEÇA UMA DAS PROTAGONISTAS DO PROJETO KULIKUASSA

Durante este ano de 2019, HARAMBEE ÁFRICA PORTUGAL está a angariar financiamento para o Projeto Kulikuassa, de Angola. Com este projeto, pretende-se, numa primeira fase, alfabetizar 120 jovens e mulheres da província da Lunda Sul, no nordeste de Angola, para numa segunda fase lhes dar ferramentas profissionais que lhes permitam melhorar o seu rendimento e dar um futuro melhor aos seus filhos.

Conheça uma das protagonistas deste projeto.

Maria Octávia Fátima Boa tem 29 anos e é uma filha da guerra civil de Angola. Tem cinco fllhos a seu cargo: são pelo menos seis bocas para alimentar diariamente, só com o pouco que ganha em pequenos negócios, como a venda no mercado.

Octávia vem do Bairro Luavur, e não aprendeu a ler na idade própria porque no lugar onde vivia não havia escolas. Com o conflito que grassava no país, muitas estruturas estavam destruídas, e a instrução não era a principal preocupação de uma população que tinha de fazer tudo para sobreviver.

Octávia quer aproveitar a oportunidade que lhe vai ser proporcionada pelo Projeto Kulikuassa porque tem um sonho: ser capaz de ler a Bíblia na igreja e em casa, e poder ajudar os filhos nas tarefas da escola.

Ajude-nos a ajudar a Maria Octávia a ter um futuro mais promissor, para si e para os cinco filhos!

JOGO DE SOLIDARIEDADE COM MOÇAMBIQUE FOI UM ÊXITO

 

 

O jogo de estrelas organizado e apadrinhado por Vítor Baía que ontem teve lugar no Colégio Cedros, em Vila Nova de Gaia, foi um êxito.

O carismático guarda-redes do Porto convocou uma série de antigos colegas para um jogo de solidariedade com Moçambique, que reuniu alunos, pais e amigos do Colégio Cedros.

A manhã foi divertida e cheia de ação, e o jogo rendeu o que os benfeitores vão agora doar à Cáritas para a ajuda de emergência ao povo moçambicano, cruelmente atingido pelo ciclone Idai.

Veja a reportagem na televisão:

https://tvi24.iol.pt/videos/desporto/vitor-baia-deco-bosingwa-neno-helder-postiga-juntos-por-mocambique/5c9688940cf2e817d9614ee4

 

HARAMBEE ÁFRICA PORTUGAL COM AS VÍTIMAS DO CICLONE EM MOÇAMBIQUE

Embora a vocação específica de Harambee não seja o socorro em tempos de crise, mas a formação para promover o desenvolvimento, em momentos de catástrofe como a que sssolou Moçambique, temos de estar, mais do que nunca, todos juntos.

Por isso, HARAMBEE ÁFRICA PORTUGAL promove amanhã, no Colégio Cedros, em Vila Nova de Gaia, um jogo de estrelas, apadrinhado e organizado por Vítor Baía.

Por cada golo marcado por estas estrelas do futebol luso, os benfeitores e amigos doarão 10,00 € à ajuda de emergência a Moçambique da Cáritas Portuguesa.

PRIMEIRA TESE DE MESTRADO SOBRE HARAMBEE

Maria João Lopes é uma jovem licenciada em Gestão de Atividades Turísticas pelo Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, que está a fazer o mestrado em Economia Social na Universidade do Minho. Ao longo da sua vida, trabalhou várias vezes como voluntária em projetos de desenvolvimento, nomeadamente em Cabo Verde, onde esteve no bairro do Fonton, que fica na Cidade da Praia, ilha de Santiago; e decidiu transportar essa experiência para o seu percurso académico, fazendo uma ponte com Harambee. Resolvemos entrevistá-la, para conhecer um pouco melhor o conteúdo da sua investigação e o contexto do seu trabalho.

HAP – Maria João, qual é o tema da tua tese, e o que pretendes estudar?

MJL – O tema da tese é “O voluntariado universitário na elaboração de candidaturas de apoio social africano”, tendo como estudo de caso Cabo Verde. O objetivo da mesma é aliar o voluntariado à criação de projetos sociais, neste caso, à criação de um centro de estudos com apoio a português e a matemática, para alunos do 1º ao 6º ano de escolaridade do bairro do Fonton. O objetivo deste voluntariado não é o de dar bens materiais, mas sim o de pôr a render as capacidades e os conhecimentos individuais ao serviço dos outros. Por isso, o meu objetivo, para além de dar um suporte teórico e científico a este projeto, estudando a importância do voluntariado nos PALOP como fator de desenvolvimento social, bem como o tipo de voluntariado praticado, é responder a uma das necessidades identificadas pela população local, mostrando que o voluntariado ajuda a abrir horizontes e que faz a diferença na vida das pessoas.

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LISBOA ACOLHERÁ O 8.º PRÉMIO INTERNACIONAL HARAMBEE COMUNICAR ÁFRICA

Depois de Nova Iorque, Lagos, Roma, Toulouse, Paris e Madrid, será Lisboa a acolher a  8.ª edição do Prémio Internacional Harambee Comunicar África.

O Prémio foi lançado hoje à tarde,2019-03-07_175818.jpg numa sessão pública com a presença de Cátia Sá Guerreiro (Harambee África Portugal), 2019-03-07_175740.jpgPaulo Miguel Martins (membro do júri do Prémio), 2019-03-07_175752a.jpgLavínia Leal (jornalista da RTP) e Ozo Ibeziako (vencedora do Prémio Harambee para a Promoção e Igualdade da Mulher Africana 2019).

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Mário Augusto, jornalista e crítico de cinema, que será o presidente do júri, gravou um vídeo de anúncio do Prémio:

https://drive.google.com/file/d/1F97V9Jw7Cu9OIVnx55gOnE17EMyw_zOO/view

Informação completa: https://harambee-portugal.org/comunicar-africa/premio-comunicar-africa/

Nota: O valor do Prémio provém de uma doação feita específicamente para esse efeito.