Para que serviu o donativo deixado na beatificação de D. Álvaro?

Carta da Costa de Marfim!

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Para que serviu o donativo que deram ao Harambee as pessoas que estiveram presentes na beatificação de D. ÁlvaroNesta bela carta, uma voluntária que trabalha no Centro Rural Illomba (Costa de Marfim) relata os avanços que, graças a esse dinheiro, puderam realizar na luta contra a pobreza.

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Jantar/Conferência «A família africana, uma esperança de futuro»

IMG_4145Depois de devidamente instaladas as pessoas pelas várias mesas, e enquanto ia sendo servida a entrada do menu, tomou a palavra a presidente da direcção de Harambee África Portugal, Maria José Figueiredo, para explicar afinal do que se trata quando se fala precisamente de Harambee. Muitos dos presentes, trazidos por amigos, tiveram nessa noite o primeiro contacto com esta instituição, que é internacional e que começou num conjunto de donativos feitos por ocasião da canonização de S. Josemaria Escrivá, em 2002.

Já depois da IMG_4166sobremesa, foi a vez de o Prof. Eduardo Vera-Cruz, como tinha sido anunciado, falar sobre «A Família africana, uma esperança de futuro». Com bom humor e muita espontaneidade, este grande conhecedor da realidade africana explicou, entre muitas coisas, as grandes diferenças entre as famílias europeias e as africanas, sublinhando que estas últimas são sempre consideradas «grandes» na medida em que não se restringem ao núcleo mãe, pai e filhos mas englobam os avós, os tios e primos e demais graus de parentesco entre todos. Eduardo Vera-Cruz alertou para os perigos da forma como se vive e se rotula a pluralidade cultural dos continentes, chamando a atenção para a transformação das sociedades em «caixas de smarties».

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Também a forma como tantas vezes chegam as supostas ajudas a África foi assunto de explanação deste professor universitário, que declarou aos presentes que, quando é somente momentânea (como no caso das calamidades publicas), essa ajuda deixa um fosso nas populações depois de retirada, pondo em dúvida a eficácia do auxílio prestado.

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O conferencista abordou também a motivação dos portugueses em África, o que os movia no século passado e o que os move actualmente. Finalmente, e indo ao encontro da filosofia de Harambee, o Prof Vera-Cruz concluiu a sua exposição afirmando: «África precisa de educação».

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Terminado o encontro, em balanço francamente positivo de um serão bem passado, os presentes, quase em uníssono, deixaram uma pergunta no ar: para quando o próximo evento Harambee?

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Encontro Internacional em Roma

Roma Jan 2015Decorreu nos passados dias 16 e 17 de janeiro, em Roma, o habitual encontro internacional Harambee que todos os anos reúne os diversos países onde há polos Harambee. Este ano estiveram presentes as delegações de França, Espanha, Suíça, Portugal, Itália e Estados Unidos, para além de um grupo de quatro polacos, cheios de vontade de lançar Harambee no seu país.
Os presentes trocaram experiências, ouviram relatar as atividades levadas a cabo em cada país, e contactaram com outras iniciativas de solidariedade de âmbitos paralelos. Tiveram ainda oportunidade de debater os seus problemas e os seus objetivos com os responsáveis pela organização internacional.
A representante de Harambee África Portugal regressou deste encontro com novas ideias para 2015, ano em que terá lugar o Prémio de Comunicação Harambee (um prémio internacional bianual), que se pretende divulgar entre os jornalistas e estudantes de comunicação. Harambee África Portugal conta ainda, ao longo deste ano, lançar um conjunto de três iniciativas, uma por trimestre, com o objetivo de dar a conhecer a associação e angariar fundos para os projetos ainda vigentes: os do biénio 2014-2015.
Ao longo deste ano, Harambee África Portugal conta também estimular a candidatura de projetos lusófonos ao financiamento aberto em 2016.